domingo, 31 de outubro de 2010

Visita agraciada


               

                 Não é que o Brasil vai ser honrado com uma nobre visita e os rumores apontam que será no Estádio do Morumbi nos dias 21 e 22 de novembro. É isso mesmo. Paul McCartney visitará o Brasil pela terceira vez.  A primeira em 1990 no Maracanã e a em 1993 fez shows em São Paulo e Curitiba.
                Possuindo uma lista com mais de 500 músicas compostas, não é a toa que tal artista merece essa homenagem que aqui escrevo. Paul McCartney é um exemplo de artista multifuncional: compositor, baixista, guitarrista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico.  Começou com a banda Beatles nos anos 60, sucesso absoluto. Logo depois se lançou a carreira solo e mais tarde formando outra banda, Wings, com a esposa Linda McCartney. Trabalhou também com música clássica, eletrônica e trilhas sonoras.
                Mesmo após ter passado por questões judiciais e alguns dissabores nos tablóides ingleses, McCartney sempre foi visto como um homem educado, reservado e generoso. Vegetariano convicto, defende os princípios dos animais e continua convicto no seu trajeto artístico.  Felizmente o Brasil será agraciado com a visita de Paul e nos fará deleitar com a suavidade e profundidade de suas músicas. Só nos resta esperar.
Srta. Sm.

O dogma de amar

    Por que não começar minha primeira postagem com um tema ao mesmo tempo tão comum, mas tão complexo? Sim, leitores. O que estou propondo é amor e melhor que isso. Não falo isso de forma prática e racional, mas de forma emotiva e apelativa a carne. É natural do ser humano amar e desejar ser correspondido.
    Contudo, amor tem diferentes definições vindas do mais profundo sentimento ou resquício de pensamento de qualquer um de nós. Nada melhor do que explicar o amor com um exemplo prático, mas ao mesmo tempo uma benção divina.
    Conheci o Apolo (nome fictício) em uma roda de amigos. Gostei dele logo que o vi. Tudo nele me atraía e até hoje me atrai. Para alguns não passaria de atração, mas para mim, amor. Sempre vi o Apolo como um homem e o amei intensamente. Sou uma pessoa séria em questões afetivas, ás vezes, racional. Porém, o que não consigo esconder é todo o sentimento contido em mim. E tudo o que me parecia racionalista beirou ao emocional.
    Pra confirmar esse amor, sempre me dispus às provas e ninguém pode contrariar este dogma: Eu o amo. O que sinto posso definir sobre todo esse meu sentimento contido em mim aprendi com ele. Aprendi que quando amamos, não importa quais os erros e faltas das pessoas amadas, mas se amamos, perdoamos. O perdão é a maior prova de amor que alguém pode dar. Está dito.
   Aprendi o quão monótono é ficar sempre com diversas pessoas, tudo tão previsível e sem-graça. Com o meu amor, percebi que é sempre tudo tão diferente. Emocionante imaginar como serão os próximos beijos, a forma como ele vai me olhar, me acarinhar, o que ele vai dizer e dentre outras coisas que aos pouquinhos te deixam ansioso(a) e com o famoso frio na barriga.
    Aprendi que pessoas não mudam pessoas por fruto dos seus caprichos, mas o amor as muda como obra desse sentimento.
    E com isso leitores, meu maior conselho: Se estão à procura de um amor, não desistam. Se amarem alguém, lutem. Nunca desistam do amor. Como diz o velho ditado: Não existe amor impossível, o que existe são pessoas incapazes de lutar por ele.
    É momento de refletir e lutar por seu amor. Porque eu não desisti do meu e até hoje estou construindo meu final feliz.
                                                                                                                                                  Srta. Sm.