quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Criatividade psicoativa


                Em uma sociedade atual e em pleno século XXI, é incrível o acesso fácil e direto à informação no meio adolescente. Hoje em dia, é muito raro ver o mundo jovem não discernir o que pode ser perigoso pro seu bem-estar mental e físico. Contudo, a curiosidade e o interesse podem acabar chamando o interesse do jovem para uma escolha difícil e não adequada pra sua saúde e futuro.
                Drogas são substâncias químicas que produzem alterações dos sentidos e em seu sentido original abrange uma quantidade de substâncias que envolvem carvão até aspirinas. Por serem diferentes ou por motivos pessoais, não só adolescentes, mas adultos formados começam a se envolver com drogas pelo torpor que elas venham a oferecer.
                As drogas não atingem apenas idade, raça e cor. Também podem atingir qualquer tipo de profissional e os artistas não estão livres. Pode parecer que alguns vivem uma vida tranqüila e cheia de glamour, mas o que realmente se passa do outro lado da moeda: uma vida solitária, um casamento infeliz e falta de amizade sincera e verdadeira. Casos como esses podem ser atribuídos a cantora Amy Winehouse que parece ter uma vida conturbada e depressiva.


                      Ao contrário de Amy, há os que apelam para a curiosidade como Cazuza e Cassia Eller, dois símbolos do rock nacional.


 
                Tirando a realidade apelativa desses artistas, outro exemplo de usuários são pintores e escritores que se utilizam das drogas pra encontrar uma veia de escape criativa. Casos como esse? Lewis Carroll e Louisa May Alcott.
                Lewis Carroll sofria de diversas doenças e se entorpecia de narcóticos pra amenizar as dores e é dito que seu trabalho “Alice no país das Maravilhas” tinha sido obra de uma ilusão ao ingerir um narcótico.
 
                Já Louisa encontrava inspiração no ópio que ingeria regularmente devido a um problema de saúde. Nos seus livros, era perceptível que seus personagens se entorpeciam com narcóticos. O ópio e o mercúrio eram drogas muito presentes na vida de grandes autores, justamente pela medicina precária da época sempre recomendar como métodos de cura.


 
                   Por mais que narcóticos promovam a criatividade de um artista, é visto que tais drogas também causam regressões mentais.  Não por criar um campo inspirativo que é visto de uma forma boa. O importante agora é parar e refletir as prioridades da vida: incluindo saúde e sucesso que por mais que não pareça, estão intimamente ligados e vinculados.
                Apenas lembrando: o maior método de inspiração, o bem-estar e o conhecimento. Nunca se perdem e apenas se complementam.

Srta. Sm



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